Abacaxi defenestrado
Pela janela fluem os sonhos e os tormentos do galego. Defenestrando a si mesmo , após um dia de diversão. Na sua mente,corriam rápidos flashs dos seus momentos mais gloriosos da adolescência. As aulas em que ele foi o centro,por causa da zoeira e do tanto que fez alguns professores odiarem a profissão. Das tardes comendo pastel e pamonha na pastelaria Dois Irmãos do Mercado Norte. Mais tarde m que foi o rei da balada , o patrocinador dos combos , as longas viagens de caminhão, na profissão que herdou do pai garantiram o sustento e a diversão. Das cargas de abacaxi,cujas palhas carragavam também outros volumes não descritos na nota fiscal do frete. Às vezes, galego confessa ter passando do ponto , tal como a vez em que esfaqueou um moleque que roubou um abacaxi de sua carga. Esse tempo foi complicado, teve que fugir da polícia para não ser encontrado ,mudou de endereço. A vida seguiu,tudo se acalmou.Ele.voltou para casa ,disse agora estar mais calmo,mas a fama de perigoso o c...